Infelizmente é um lado da sociedade e das notícias farmacêuticas que raramente se discute. Claro que chama a atenção dos media, mas não há discussão séria do que se passa.
Vai fazer um ano que a farmácia onde estive foi assaltada à mão armada, para nunca mais se saber do destino dos assaltantes (muito menos do dinheiro roubado).
É incrível que ainda continue. Muito provavelmente a tendência será para continuar, se a crise se intensificar.
Thursday, February 05, 2009
Cómico...
Nesta notícia, lê-se
"A APIFARMA celebrou ontem, num jantar no Pavilhão de Portugal, em Lisboa, o seu 70º aniversário. O ambiente era de festa, mas João Almeida Lopes não esqueceu o momento difícil que a Indústria atravessa no seu discurso."
Mas a Indústria atravessa um momento difícil no seu discurso?
Sim, já sei, estou a ser mais papista que o Papa, mas tenham dó e escrevam frases de jeito!...
(e o título é completamente parvo, a palavra "crise" agora é motivo para os títulos mais ridículos!! festa em tempo de crise uuuh)
"A APIFARMA celebrou ontem, num jantar no Pavilhão de Portugal, em Lisboa, o seu 70º aniversário. O ambiente era de festa, mas João Almeida Lopes não esqueceu o momento difícil que a Indústria atravessa no seu discurso."
Mas a Indústria atravessa um momento difícil no seu discurso?
Sim, já sei, estou a ser mais papista que o Papa, mas tenham dó e escrevam frases de jeito!...
(e o título é completamente parvo, a palavra "crise" agora é motivo para os títulos mais ridículos!! festa em tempo de crise uuuh)
Thursday, November 27, 2008
Corre mal, mas muito mal!
Sunday, November 02, 2008
Mitos farmacêuticos
Volta e meia no meu local de trabalho questionamo-nos sobre pequenas dúvidas farmacêuticas que nos surgem ao longo dos dias. Nesta última semana descobrimos mais um mito de farmácia.
Alguns dos nossos colegas já se indagaram sobre a diferença entre a lactulose e o lactitol, ambos laxantes osmóticos, o primeiro muito mais usado que o segundo quer a nível hospitalar quer a nível de ambulatório. A razão para escolher entre um ou outro foi nos há muito ensinada: lactitol apenas para diabéticos, já que a lactulose poderia levar a um aumento da glicemia. Mas já agora, como é que a lactulose aumenta a glicemia?
Primeiro que tudo: quer a lactulose quer o lactitol são ambos açucares sintéticos. A sua acção laxante baseia-se na capacidade de atravessarem intactos o intestino delgado e apenas serem degradados no cólon por bactérias comensais. A degradação destes açucares leva à formação de ácidos orgânicos que provocam um aumento de água no lúmen do cólon, e consequentemente ao aumento do volume das fezes.
Realmente, a degradação da lactulose nestas condições pode levar à libertação de galactose e frutose. Porém, a quantidade libertada e absorvida no cólon será sempre pequena, visto que a maior parte será degradada pelas bactérias.
Lendo os RCMs destes dois fármacos, verificamos que nem a lactulose refere ser imprópria para diabéticos, nem que o lactitol é próprio para diabéticos. Refere-se apenas que cinco saquetas de lactulose (cada saqueta possui 15mL) é equivalente a 1/4 de um pão, e que o lactitol é útil para doentes intolerantes à lactose. Ora, a maioria dos doentes faz 3 ou menos saquetas de lactulose por dia.
Aparentemente pelas nossas pesquisas não há qualquer razão para utilizar um ou outro fármaco em diabéticos. Fica-nos o aviso que por vezes as certezas que temos sobre alguns assuntos podem não estar muito correctas!
Alguns dos nossos colegas já se indagaram sobre a diferença entre a lactulose e o lactitol, ambos laxantes osmóticos, o primeiro muito mais usado que o segundo quer a nível hospitalar quer a nível de ambulatório. A razão para escolher entre um ou outro foi nos há muito ensinada: lactitol apenas para diabéticos, já que a lactulose poderia levar a um aumento da glicemia. Mas já agora, como é que a lactulose aumenta a glicemia?
Primeiro que tudo: quer a lactulose quer o lactitol são ambos açucares sintéticos. A sua acção laxante baseia-se na capacidade de atravessarem intactos o intestino delgado e apenas serem degradados no cólon por bactérias comensais. A degradação destes açucares leva à formação de ácidos orgânicos que provocam um aumento de água no lúmen do cólon, e consequentemente ao aumento do volume das fezes.
Realmente, a degradação da lactulose nestas condições pode levar à libertação de galactose e frutose. Porém, a quantidade libertada e absorvida no cólon será sempre pequena, visto que a maior parte será degradada pelas bactérias.
Lendo os RCMs destes dois fármacos, verificamos que nem a lactulose refere ser imprópria para diabéticos, nem que o lactitol é próprio para diabéticos. Refere-se apenas que cinco saquetas de lactulose (cada saqueta possui 15mL) é equivalente a 1/4 de um pão, e que o lactitol é útil para doentes intolerantes à lactose. Ora, a maioria dos doentes faz 3 ou menos saquetas de lactulose por dia.
Aparentemente pelas nossas pesquisas não há qualquer razão para utilizar um ou outro fármaco em diabéticos. Fica-nos o aviso que por vezes as certezas que temos sobre alguns assuntos podem não estar muito correctas!
Thursday, July 31, 2008
Renúncia do cargo
A Bastonária da Ordem dos Farmacêuticos renuncia o seu cargo, com efeito a partir do dia de hoje. O motivo de renúncia é a sua saúde.
Ficam aqui os nossos votos de melhoras.
Ficam aqui os nossos votos de melhoras.
Wednesday, June 25, 2008
2 anos
O linez fez 2 anos no passado dia 13 de Junho, mas os autores esqueceram-se de comemorar... :D
Quer dizer, eu esqueci-me de comemorar, que a andie estava (e está) lá longe a organizar o seu futuro e faz muito bem em guardar a sua atenção para a planificação da sua vida! :)
Cá vai uma fatia de bolo para os leitores assíduos:

E ficamos à espera de mais anos como estes!
Obrigado aos leitores!
Quer dizer, eu esqueci-me de comemorar, que a andie estava (e está) lá longe a organizar o seu futuro e faz muito bem em guardar a sua atenção para a planificação da sua vida! :)
Cá vai uma fatia de bolo para os leitores assíduos:

E ficamos à espera de mais anos como estes!
Obrigado aos leitores!
Saturday, June 21, 2008
Fazer Dáders
O método de Dáder é um método de seguimento farmacoterapêutico, desenvolvido pelos nossos colegas espanhóis, para programas de cuidados farmacêuticos. Baseia-se numa entrevista ao doente: nessa entrevista devem-se recolher todos os dados possíveis sobre o doente, nomeadamente os seus problemas de saúde e os medicamentos que toma.
Claro está que o objectivo do trabalho é a identificação de problemas relacionados com os medicamentos (PRM), que poderão estar na origem de resultados negativos de medicamentos(RNM).
Antes de mais ter em atenção que, para os colegas que se formaram na mesma altura que eu, no ano passado mais uma reunião do grupo de Granada veio alterar as nossas definições de PRM e RNM! De certa forma, as definições foram trocadas: principalmente, as diferentes categorias de PRM anteriores, são hoje considerados RNM! Lembram-se dos PRM de tipo 1, 2 et cetera? Por exemplo, o PRM1 era o doente não fazer um medicamento que necessita, o PRM2 o fazer um med que não necessita. Agora, a partir do 3º Consenso de Granada, passam a ser RNM.
Bom, posto isto recentemente disseram-me no meu estaminé que deveria começar a aplicar o método de Dáder em doentes de internamento hospitalar. Diligentemente lá me apliquei nesta nova faceta da minha profissão e comecei a estudar o método de Dáder. Logo me deparei com uma adversidade muito grande: como fazer a entrevista ao doente, o processo-chave deste método?
Não será de certeza fácil fazer perguntas a doentes com sonda naso-gástrica, ou a doentes ventilados. Ou a doentes que de certa forma estão incapazes de falar ou de raciocinar como deve de ser. E ainda mais, perguntar ao doente que medicamentos está a fazer e pedir-lhe para os trazer (o conhecido "saquinho" dos meds) seria demente!
Por outro lado, ignorar duas classes profissionais (médicos e enfermeiros) que lidam diariamente com os doentes seria no mínimo ridículo. Eles conehecem realmente os doentes, os seus problemas de saúde e os meds que tomam. Tal como os farmacêuticos vêem todos os dias as alterações da medicação dos doentes quando validam a prescrição médica.
E avaliar o conhecimento que os doentes têm da medicação? E avaliar o grau de adesão à terapêutica? Poderia eu fazer tais perguntas a um doente, quando a nível de internamento estão lá outros profissionais que avaliam isso diariamente?
É claro que se eu aplicar regras definidas por mim mesmo para fazer seguimentos farmacoterapêuticos segundo o método de Dáder, estaria a alterá-lo profundamente. Se este método está validado, com as minha alterações careceria dessa validação, ou seja, não sei se estaria a fazer um trabalho correcto. Comparar resultados seria difícil, por simples diferenças metedológicas.
Ou seja, é preciso um método de seguimento farmacoterapêutico desenvolvido para um ambiente hospitalar. Pelo menos é a minha conclusão!
Alguém dá ideias??
Claro está que o objectivo do trabalho é a identificação de problemas relacionados com os medicamentos (PRM), que poderão estar na origem de resultados negativos de medicamentos(RNM).
Antes de mais ter em atenção que, para os colegas que se formaram na mesma altura que eu, no ano passado mais uma reunião do grupo de Granada veio alterar as nossas definições de PRM e RNM! De certa forma, as definições foram trocadas: principalmente, as diferentes categorias de PRM anteriores, são hoje considerados RNM! Lembram-se dos PRM de tipo 1, 2 et cetera? Por exemplo, o PRM1 era o doente não fazer um medicamento que necessita, o PRM2 o fazer um med que não necessita. Agora, a partir do 3º Consenso de Granada, passam a ser RNM.
Bom, posto isto recentemente disseram-me no meu estaminé que deveria começar a aplicar o método de Dáder em doentes de internamento hospitalar. Diligentemente lá me apliquei nesta nova faceta da minha profissão e comecei a estudar o método de Dáder. Logo me deparei com uma adversidade muito grande: como fazer a entrevista ao doente, o processo-chave deste método?
Não será de certeza fácil fazer perguntas a doentes com sonda naso-gástrica, ou a doentes ventilados. Ou a doentes que de certa forma estão incapazes de falar ou de raciocinar como deve de ser. E ainda mais, perguntar ao doente que medicamentos está a fazer e pedir-lhe para os trazer (o conhecido "saquinho" dos meds) seria demente!
Por outro lado, ignorar duas classes profissionais (médicos e enfermeiros) que lidam diariamente com os doentes seria no mínimo ridículo. Eles conehecem realmente os doentes, os seus problemas de saúde e os meds que tomam. Tal como os farmacêuticos vêem todos os dias as alterações da medicação dos doentes quando validam a prescrição médica.
E avaliar o conhecimento que os doentes têm da medicação? E avaliar o grau de adesão à terapêutica? Poderia eu fazer tais perguntas a um doente, quando a nível de internamento estão lá outros profissionais que avaliam isso diariamente?
É claro que se eu aplicar regras definidas por mim mesmo para fazer seguimentos farmacoterapêuticos segundo o método de Dáder, estaria a alterá-lo profundamente. Se este método está validado, com as minha alterações careceria dessa validação, ou seja, não sei se estaria a fazer um trabalho correcto. Comparar resultados seria difícil, por simples diferenças metedológicas.
Ou seja, é preciso um método de seguimento farmacoterapêutico desenvolvido para um ambiente hospitalar. Pelo menos é a minha conclusão!
Alguém dá ideias??
Thursday, May 29, 2008
A motivação
Ao ler os comentários aqui e aqui, achei que tivesse de partilhar o que vou apresentar no texto abaixo.
Talvez faça mal em falar de um caso particular, como é o meu exemplo. Talvez nem tenha nada de interessante a adicionar a este assunto. Mas por alguma razão, a mesma que me compele a querer apresentar esta minha opinião, acho mesmo que tenho de o fazer para trazer alguma informação que penso que até pode ser útil a quem ainda não se licenciou.
Licenciei-me da FFUL à quase um ano. Lembro-me de ter entrado no estágio a pensar "bom, agora vou tentar perceber o que é que quero mesmo fazer". É a coisa boa de termos de fazer estágio em farmácia comunitária e em farmácia hospitalar. Apesar do pouco tempo que temos para aprender e habituarmo-nos a tudo, penso que é tempo suficiente para fazermos uma ideia se gostamos ou não dessas opções. Depois do estágio, tive a oportunidade de sair de Portugal e ir "brincar" às investigações científicas com um grupo bem sério e bem respeitado do meio científico inglês. Foi lá que cheguei finalmente à conclusão de que aquele tipo de vida seria o mais interessante para mim. Relacionei tudo o que passei nesses meses com tudo o que vivi antes de escolher o meu curso, tudo o que aprendi nas diversas aulas durante o curso e quando já mais para o final fiz os 2 projectos [em fitoquímica]. Cheguei à conclusão que sou uma felizarda.
Eu escolhi Ciências Farmacêuticas na FFUL, como 1ª opção, num papel de candidatura que tinha outras 5 opções completamente diferentes. [por ex, engª agronómica, pois suspirava pela inovação na ciência de produção agrícola; ou química aplicada, pois sempre sonhei com síntese química; ou ainda engª electrotécnica, pois acreditava que conseguiria ser das engªs mais aliciantes em termos de futuro profissional]. Mas a razão pela qual pus CF 1º foi porque meti na cabeça que iria sempre para a indústria, criar novas respostas a problemas emergentes em termos científicos, em termos de investigação e desenvolvimento de novos fármacos.
Desiludi-me a meio do curso, pois descobri que isso era uma actividade pouco promovida no nosso país. Durante uns anos meti na cabeça que iria conseguir fazê-lo. Lembro-me quando entrei na Lusomedicamenta, SA, num curto estágio em 2006, e nos papéis das formulações de medicamentos nos dossiers dos produtos que essa empresa fabrica, vi as assinaturas dos "senior scientists" que confirmavam as formulações criadas. Pensei logo que era isso que seria o conceito de indústria para mim. Neste sentido, foi com agrado que vivi esses meses em Bath, todos os dias a meter na cabeça que vou conseguir ter um papel preponderante na ciência farmacêutica.
Reparei em duas coisas importantes: 1º a minha motivação realmente existe desde o primeiro momento em que me inscrevi na FFUL, e foi também por isso que me propus sempre em projecto [onde tive o maior prazer de trabalhar numa área como a fitoquímica, e de trabalhar com a Professora Maria José Umbelino e, na altura, a sua doutoranda]; 2º o curso na FFUL deu-me uma bagagem enorme, tanto em prática laboratorial como em teoria, para que eu possa pegar nisso tudo que aprendi e levar comigo para onde quer que queira trabalhar. [Embora eu ainda tenha tido até ao final do 5º ano o plano curricular estabelecido em 1989, já usufrui da conclusão do curso como Mestrado Integrado].
Isto são duas sensações que eu ADORARIA que todos os licenciados tivessem no final dos seus cursos. Tirar um curso não é só para fazer estatística, nem farol! :)
Até posso vir a desiludir-me com as minhas opções de agora (embora ache difícil, tenho de assumir a probabilidade). Agora sei bem o que não quero. E isso é importante.
[fui muito lamechas??] ;-)
Talvez faça mal em falar de um caso particular, como é o meu exemplo. Talvez nem tenha nada de interessante a adicionar a este assunto. Mas por alguma razão, a mesma que me compele a querer apresentar esta minha opinião, acho mesmo que tenho de o fazer para trazer alguma informação que penso que até pode ser útil a quem ainda não se licenciou.
Licenciei-me da FFUL à quase um ano. Lembro-me de ter entrado no estágio a pensar "bom, agora vou tentar perceber o que é que quero mesmo fazer". É a coisa boa de termos de fazer estágio em farmácia comunitária e em farmácia hospitalar. Apesar do pouco tempo que temos para aprender e habituarmo-nos a tudo, penso que é tempo suficiente para fazermos uma ideia se gostamos ou não dessas opções. Depois do estágio, tive a oportunidade de sair de Portugal e ir "brincar" às investigações científicas com um grupo bem sério e bem respeitado do meio científico inglês. Foi lá que cheguei finalmente à conclusão de que aquele tipo de vida seria o mais interessante para mim. Relacionei tudo o que passei nesses meses com tudo o que vivi antes de escolher o meu curso, tudo o que aprendi nas diversas aulas durante o curso e quando já mais para o final fiz os 2 projectos [em fitoquímica]. Cheguei à conclusão que sou uma felizarda.
Eu escolhi Ciências Farmacêuticas na FFUL, como 1ª opção, num papel de candidatura que tinha outras 5 opções completamente diferentes. [por ex, engª agronómica, pois suspirava pela inovação na ciência de produção agrícola; ou química aplicada, pois sempre sonhei com síntese química; ou ainda engª electrotécnica, pois acreditava que conseguiria ser das engªs mais aliciantes em termos de futuro profissional]. Mas a razão pela qual pus CF 1º foi porque meti na cabeça que iria sempre para a indústria, criar novas respostas a problemas emergentes em termos científicos, em termos de investigação e desenvolvimento de novos fármacos.
Desiludi-me a meio do curso, pois descobri que isso era uma actividade pouco promovida no nosso país. Durante uns anos meti na cabeça que iria conseguir fazê-lo. Lembro-me quando entrei na Lusomedicamenta, SA, num curto estágio em 2006, e nos papéis das formulações de medicamentos nos dossiers dos produtos que essa empresa fabrica, vi as assinaturas dos "senior scientists" que confirmavam as formulações criadas. Pensei logo que era isso que seria o conceito de indústria para mim. Neste sentido, foi com agrado que vivi esses meses em Bath, todos os dias a meter na cabeça que vou conseguir ter um papel preponderante na ciência farmacêutica.
Reparei em duas coisas importantes: 1º a minha motivação realmente existe desde o primeiro momento em que me inscrevi na FFUL, e foi também por isso que me propus sempre em projecto [onde tive o maior prazer de trabalhar numa área como a fitoquímica, e de trabalhar com a Professora Maria José Umbelino e, na altura, a sua doutoranda]; 2º o curso na FFUL deu-me uma bagagem enorme, tanto em prática laboratorial como em teoria, para que eu possa pegar nisso tudo que aprendi e levar comigo para onde quer que queira trabalhar. [Embora eu ainda tenha tido até ao final do 5º ano o plano curricular estabelecido em 1989, já usufrui da conclusão do curso como Mestrado Integrado].
Isto são duas sensações que eu ADORARIA que todos os licenciados tivessem no final dos seus cursos. Tirar um curso não é só para fazer estatística, nem farol! :)
Até posso vir a desiludir-me com as minhas opções de agora (embora ache difícil, tenho de assumir a probabilidade). Agora sei bem o que não quero. E isso é importante.
[fui muito lamechas??] ;-)
Opiniões, discussão e Farmácia
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Basta ter uma conta no gmail.com para se poder juntar ao grupo.
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